Experimentando Mageia

Posted by daniel on 27 July, 2012
Category Linux

Pela primeira vez em muito tempo, resolvi sair um pouco da minha "zona de conforto" e testar uma distribuição Linux que não fosse baseada em Ubuntu ou Debian. Eu precisava mesmo mudar minha instalação de 32 para 64 bits, então aproveitei a desculpa.

Resolvi testar Mageia, uma distribuição derivada do Mandriva (da empresa que se formou quando a francesa Mandrake adquiriu a brasileira Conectiva), da mesma forma que o Fedora derivou do RedHat.

Infelizmente, a experiência não foi muito agradável. O DVD de instalação não funcionou, quando eu iniciava, tinha erro no ambiente gráfico. Consegui instalar a partir do CD Live. Mas, fora a minha falta de familiaridade (por exemplo, "cadê o equivalente ao apt-get?"), achei o ambiente muito instável.

Testei o Enlightenment (E17)... Honestamente, achei bonitinho mas ordinário. Muito lento e com excesso de animações. Creio que com uma ferramenta de configuração mais eficiente e que permita "sintonia fina" talvez seja uma alternativa interessante.

Como uma vez o Sheldon disse: "Existe uma razão do porquê é chamada 'Zona de Conforto'". Assim, pelo menos por enquanto, estou voltando pra "casa". Hoje a tarde/noite eu reinstalo o Linux Mint 13 (agora 64 bits) rodando LXDE. Quando o tempo permitir, talvez eu faço outra aventura em alguma outra distro "estranha".
 

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Alguns usuários de Linux (incluindo eu mesmo) têm tentado sem sucesso executar um comando via SSH, por exemplo, na forma:

ssh user@host mycommand


O problema parece ser que "mycommand" está em um diretório que não está no PATH. Entretanto, quando eles conectam normalmente, eles podem checar e o diretório está listado em PATH.

O que acontece é que a maioria destes usuários (de novo, me incluindo) atualizam a variável PATH no arquivo/script .bashrc e, aparentemente, o arquivo .bashrc não é executando de forma "não interativa" pelo ssh.

Depois de procurar por um bom tempo, achei muitas pessoas sugerindo checar se o .bashrc era chamado pelo arquivo .profile ou .bash_profile ou algo assim. Bem... isso não resolvia meu problema.

O que acontece de fato é que .bashrc estava sendo chamado (ou "sourced", como alguns chamam) pelo ssh, mas os caras da distro decidiram adicionar as seguintes linhas no arquivo:

# If not running interactively, don't do anything
[ -z "$PS1" ] && return


Basicamente, o teste acima somente permite a execução do resto do script se executando por um shell interativo, portanto não funciona para minhas necessidades. Porque isto está lá? Não tenho a menor idéia... mas... de qualquer forma... comentei o teste e tudo funcionou perfeitamente.
 

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